Vou escrever uma canção de amor em que não tenha dor, ou uma manifestação de satisfação de comprometimento eterno, leal e cheio de idiossincrasias. Só vai ter um jeito: eu mesma. Conseguir confiar em mim mesma naqueles momentos de dor e amor em que esteja absolutamente sóbria. Sou um perigo para mim mesma, como tantos outros também são. Ultimamente tenho focado um bocado em coisas e pessoas que já não vão mais me levar a lugar algum. Faz parte, estou caminhando para deixá-las para trás, mas a sensação de não chegar a lugar algum me consome. Sensibilidade aflorada, quando é que eu posso me esconder?
0 dividindo...:
Postar um comentário